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22/01/2017

Políticas Incompletas

Politicas Incompletas
A visão do todo gerando equilíbrio.
O que nós estamos vendo nos últimos tempos é que políticas polarizadas não são efetivas. Sempre atendem uma parte e esquecem a outra.
Um exemplo é a carga de encargos trabalhistas em um mercado com a maior carga tributária do mundo. Muitas oportunidades de trabalho são fechadas como consequência de benefícios que favoreceriam aos próprios trabalhadores. O que vale mais: ter um trabalho ou ter benefícios?
Outro fato são os planos de assistência social sem exigência de contrapartida efetiva dos beneficiários. Isso gera dependentes desses planos, que ficariam em situações muito piores do que foram encontrados caso não fossem mais assistidos. O que é melhor: dar o peixe ou ensinar a pescar?
Por outro lado, sem ações assistenciais efetivas as camadas sociais mais baixas não teriam condições de saírem de onde estão. O que acentuaria a desigualdade e enfraqueceria a economia, pois haveria uma redução do consumo.
Uma visão do todo geraria políticas sustentáveis, exigindo contrapartidas de todas as ações implementadas e impondo metas temporais para o alcance de objetivos. Isso levaria à redução gradual das assistências, mudaria a mentalidade dos assistidos e geraria mecanismos que permitiriam ao próprio mercado corrigir essa falha. Trabalho em vez de benefícios e ensinar a pescar em vez de dar o peixe.

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