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13/01/2019

Gestão Elemental



Gestão Elemental

Assim como os elementos são fatores importantes e indispensáveis para a vida, todas as áreas de gestão são importantes e fundamentais para manter uma organização.
Ao longo dos tempos, muitas metáforas foram criadas para facilitar o entendimento das classificações das coisas. Letras, números, nomes de animais e até os elementos já foram utilizados. Nas áreas da gestão não poderia ser diferente.
A gestão atual sempre foi dividida em Finanças, Pessoas, Marketing e Produção. Mas, com o início recente da Era da Informação ou, como muitos dizem, a Nova Revolução Industrial, Informação foi mais um pilar inserido nesse grupo.
Empresas são a interação entre recursos e transformação. Os principais recursos de uma empresa moderna e competitiva são Dinheiro, Pessoas e Dados. Esses recursos são transformados pela Produção da empresa e se tornam conhecidos através das ações de Marketing.
Pensando nisso, podemos fazer uma associação desses fatores da seguinte forma:
Dinheiro = Fogo
O fogo é o que aquece, uma energia que estimula e dá vida, assim como nas empresas o dinheiro é o que mantém as empresas ativas, como um fator que as mantém e que é seu objetivo
Dados = Relâmpago
O Relâmpago é uma fonte de energia também que ilumina, assim como os dados que, geridos e convertidos em informações trazem mais clareza e confiança para os rumos que as organizações desejam tomar
Pessoas = Água
A água é abundante, fonte de vida, o melhor condutor de energia que existe na natureza, assim como as pessoas, principal fator de uma empresa, sem elas a empresa não existe e por elas que os demais recursos são atribuídos e direcionados para a busca pelos objetivos da organização
Produção = Terra
A terra é a base de tudo, tudo está sobre a terra, e a terra que sempre sofre os impactos e transformações em nosso planeta – que também é chamado Terra –, assim como na produção tudo é transformado, técnicas são aplicadas, melhorias são implementadas, enfim, é onde os recursos se tornam em coisas concretas, produtos que a empresa vende e se tornam sua identidade
Marketing = Ar
O ar está em todas as partes, envolve toda a superfície da terra, carrega partículas de um lugar a outro, assim como o marketing que procura levar a identidade da empresa em todos os lugares para torna-la conhecida e atrair pessoas que se interessem pelo que ela tem a oferecer para mantê-la ativa
Assim como os elementos são fatores importantes e indispensáveis para a vida, todas as áreas de gestão são importantes e fundamentais para manter uma organização. Assim como não podemos dizer que a água é mais importante que o fogo e que não podemos viver sem terra ou sem ar, uma empresa não subsiste sem nenhum desses fatores. Por isso, cada um tem a sua importância e nenhum é mais importante que o outro, todos têm o seu papel na busca pelos objetivos da organização.

03/06/2018

Modelando Soluções

O Ciclo Negativo da Poupança
Para alcançarmos um modelo de negócios eficaz, devemos desenvolvê-lo a partir da perspectiva do cliente. Para entendermos sua perspectiva, devemos conhecê-lo e saber o que ele espera de nós.
O que vemos muito hoje em dia são empresas criando estratégias e produtos para empurrar nos clientes, criando assim novas demandas antes de atender às demandas já existentes. A estratégia mais eficaz seria adotar uma postura mais proativa e buscar compreender e criar soluções para as reais necessidades do público que queremos atingir.
O papel que as organizações devem assumir é o de criadoras de soluções. No momento em que uma necessidade ou problema surgir, os clientes veriam nelas quem entregaria a solução de maneira cômoda, rápida e eficaz. Na correria dos tempos atuais, quando os inconvenientes surgem, a perda de tempo é o que mais gera frustração nos indivíduos - alguém que minimize essa e as outras frustrações é o que todos gostaria de ter acesso.
A estruturação do seu modelo de negócios e a agregação de técnicas, processos e tecnologias atuais é o que pode proporcionar às empresas a capacidade que elas precisam. Com o preparo e os recursos corretos, a organização estará sempre preparada para atender seu público no momento em que ele precisar.
Essa busca por estar sempre preparada deve gerar também uma auto-reflexão contínua dentro das organizações. Ela deve estar em constante análise do que sabe, do que possui e quais públicos pode atender. As necessidades surgem, somem, se tornam mais complexas, estão sempre em mutação. As empresas também devem acompanhar esses movimentos para eliminar os processos que não forem mais necessários e agregar aqueles que faltam, além de se manterem sempre atualizadas tecnologicamente para manterem-se sempre prontas para criarem as soluções que os clientes buscam.

18/02/2018

Da Informação à Inteligência

Da Informação à Inteligência
O importante é avaliar não apenas as métricas, mas seus efeitos umas nas outras e no conjunto. Isso transforma informação em inteligência para o negócio.
Para avaliar se as atividades de uma empresa estão indo bem, é importante conhecer algumas métricas. Inicialmente avaliamos as seguintes:
De Curto Prazo:
Liquidez - Capacidade da empresa pagar suas dívidas com seu caixa
Eficiência - Habilidade da empresa usar seus ativos para gerar receita de vendas
De Longo Prazo:
Solvência - Capacidade da empresa cumprir com suas obrigações
Lucratividade - Habilidade da empresa usar seus ativos para gerar lucro
Essas informações, no entanto, só têm valor quando avaliadas da maneira correta. Somente a interpretação pode trazer real utilidade. Com as métricas podemos identificar os pontos fortes e fracos da organização, compará-la no mercado para encontrar potenciais oportunidades, promover ajustes - enfim, traçar estratégias mais completas sem causar revoluções e perdas de tempo dentro da empresa.
Os primeiros passos para se ter uma boa interpretação são, obviamente, chegar à essas métricas que são dimensionadas através de um conjunto de índices e avaliar os impactos e relações entre essas métricas, que podem ser, dentre outras, as seguintes:
1 Liquidez x Solvência: Essas métricas já são realidades apuradas dentro da empresa; são geradas pelas atividades realizadas pela organização até o momento da avaliação; representam o risco real atribuído aos investidores, pois significam o potencial real de calote da empresa.
2 Eficiência x Lucratividade: As variações nessas métricas representam as perspectivas positivas ou negativas da empresa; são atreladas e projetadas de acordo com o que já ocorreu na empresa até aquele momento e com as potenciais ameaças e oportunidades previstas.
3 Eficiência x Liquidez: São métricas que avaliam principalmente as atividades da empresa no curto prazo; a eficiência em gerar capital/receita pela empresa é que eleva ou diminui o estoque de caixa e, com isso, a liquidez da empresa.
4 Lucratividade x Solvência: São métricas que avaliam a sustentabilidade da empresa no longo prazo; a lucratividade significa o potencial de remuneração do valor investido pelos credores, o que tem o potencial de aumentar ou diminuir a solvência do negócio.
Portanto, não importa ter as melhores soluções tecnológicas e os profissionais mais qualificados para se coletar com rapidez e qualidade as informações sobre os processos da empresa. Precisamos ter consciência que informações são apenas peças de um quebra-cabeças que precisa ser montado por nós para conhecermos o mapa da realidade na qual a organização está encerrada, quais os caminhos que ela pode tomar. O que importa é a avaliação e interpretação dos dados coletados e de suas relações para darmos sentido e utilidade aos mesmos, senão o esforço para se chegar a eles se torna inútil. Isso é chegar à Inteligência.

28/01/2018

Contratações Inteligentes


Contratacoes Inteligentes
Contratar pessoas não é só o processo seletivo em si, mas um exercício de adequação da empresa para vencer desafios e ser capaz de alcançar objetivos.
Quando a complexidade do negócio aumenta e só o empreendedor já não é o suficiente para executar todos os seus processos, surge a necessidade de contratar colaboradores. Alguns processos continuarão sob a responsabilidade do empresário, mas a maioria deles será delegada aos novos participantes da organização.
O processo de delegação de tarefas não pode ser aleatório. Ele deve ser dividido em etapas que nortearão a adequação da empresa em cada momento que houver aumento na complexidade de sua operação. Essas etapas seriam basicamente: separação entre processos que exigem tomada de decisões e processos operacionais, identificação da complexidade dos processos, detecção das qualificações e competências necessárias para a execução dos processos e definição do perfil profissional para executar as tarefas.
A separação entre processos que exigem tomada de decisão e os operacionais é fundamental para definir a cadeia de comando e gestão dentro da organização. Os processos que exigem decisão definem o papel do empresário e dos demais gestores dentro da empresa.
Independente de ser operacional ou exigir decisão, todo processo tem sua complexidade e exige qualificações e competências para serem executados. Isso define os perfis dos profissionais que serão contratados para os executarem e os fatores que devem ser observados nos candidatos no momento da seleção.
Portanto, contratar pessoas não é apenas botar gente para dentro da empresa ou setor quando o empresário ou equipe já não é mais o suficiente para tocar o negócio. Tudo exige métricas que visem o aumento da produtividade e qualidade dos processos, com as pessoas certas em posições bem definidas.

21/01/2018

O Processo STP

O Processo STP
O Processo STP é uma técnica de análise de mercado que podemos utilizar para projetar estratégias de penetração de mercado ou até mesmo de expansão de atuação. STP é a sigla para Segmentation (Segmentação), Targeting (Seleção) e Positioning (Posicionamento) - que são os fatores a serem avaliados para nos localizarmos no mercado.
O processo STP consiste em inicialmente fazer um mapeamento do mercado, dividindo ele em segmentos de clientes com características comuns (segmentação). Depois, selecionamos qual dos segmentos identificados iremos atender (seleção). Daí, criamos nossas estratégias desenvolvendo qual percepção que queremos que os clientes tenham de nossos produtos ou serviços e quais ações os levarão a essa percepção para nos diferenciar e destacar dos concorrentes. Em suma, trata-se de saber onde estaremos pisando (o segmento), quem encontraremos lá (os concorrentes) e como faremos que consumam nossos produtos (a estratégia).
Para criar uma estratégia de posicionamento vencedora, devemos:
Identificar:
Qual segmento iremos atender
Quais produtos concorrentes os clientes usam
Como é o nosso produto
Quais benefícios nossos produtos oferecem
Quais benefícios os produtos concorrentes oferecem
Quais os diferenciais e vantagens nossos produtos têm em relação aos concorrentes
Quais alternativas os clientes têm para não consumirem nossos produtos ou os dos concorrentes
Questionar:
Nossos diferenciais são relevantes para os clientes?
Nossos diferenciais são significativamente suficientes para nos destacar dos concorrentes?
Os clientes estariam dispostos a deixar de consumir os produtos concorrentes em busca de nossos diferenciais?
A confiabilidade e a tradição são atributos das marcas concorrentes?
O que poderia ser feito para desconstruir os diferenciais de confiabilidade e tradição ou inseri-los entre os diferenciais de nossos produtos?
Nossos diferenciais aumentam a percepção de valor de nossos produtos pelos clientes?
Os clientes estariam dispostos a pagar mais por nossos diferenciais?
Nossos custos são menores que os dos concorrentes?
Conseguimos cobrar um preço menor ou igual ao dos concorrentes e obtermos margens positivas?

Baseados nos itens identificados e nas respostas a essas questões podemos elaborar um modelo de negócios ou ajustar nosso modelo existente para garantir nossa penetração de mercado e nossa sustentação. Esse modelo de negócios terá o potencial de neutralizar todas as forças contrárias que possam vir para minar nossos esforços.

17/09/2017

Como Chegar nos Clientes

Como Chegar nos Clientes
Saber o quanto e por onde se expor faz toda a diferença.
Muitas organizações desenvolvem bons produtos e visam os clientes certos para oferecê-los. No entanto, mesmo com os produtos e clientes certos, não conseguem sucesso. Apesar disso tudo, há um fator que pode desequilibrar esse jogo: os meios pelos quais chegam nos clientes.
Os produtos não criam pernas e vão se oferecer para os clientes. Eles precisam ser levados e apresentados aos mesmos. E os meios pelos quais isso acontece são fundamentais para o sucesso nas vendas da empresa e precisam ser bem escolhidos e dimensionados.
Hoje existem vários meios pelos quais podemos alcançar os clientes. Mas, para alcançarmos a eficácia necessária, precisamos saber escolher quais os melhores meios que devem ser utilizados. Para cada segmento que escolhemos atender, existe um perfil específico de cliente que é exposto a um conjunto próprio de canais onde os produtos podem ser oferecidos.
Escolher todos os canais disponíveis em vez de selecionar os certos pode se tornar ineficaz e custoso. Muitas empresas, na ânsia por serem notadas e por aumentar suas vendas, acabam atirando para todos os lados e com todas as armas. Isso acaba desgastando as suas imagens ou transmitindo uma imagem diferente do que foi pensado, devido à exposição excessiva ou meios não utilizados por seus clientes em potencial.
Por tanto, saber por quais meios levar os produtos a serem conhecidos pelos clientes é tão fundamental quanto ter um bom produto ou saber os clientes certos aos quais atender. Além disso, a ideia do "menos é mais" nesse ponto é muito efetiva, pois saber a quantidade de exposição certa e os meios certos pelos quais se expor faz toda a diferença.

03/09/2017

Empresas Baseadas em Valor

Empresas Baseadas em Valor
As empresas modernas devem adequar suas estruturas visando evoluir suas relações com os clientes e oferecer melhores propostas de valor.
Estamos passando por um momento em que é necessária uma evolução nos processos de negócio. O modelo que visa apenas produzir a baixo custo e vender em grande escala não é mais suficiente.
Para progredir e atender às novas exigências do mercado, as organizações devem projetar seus negócios baseadas na dinâmica que há entre as propostas de valor que elas oferecem através de seus produtos e os clientes que os consomem. Um cliente não consome apenas a figura física do produto, mas atributos que dão valor e ele, como o prazer de saciar a sede quando se consome uma bebida ou o status de usar uma roupa de grife.
Os consumidores estão muito mais exigentes e não se satisfazem apenas com a qualidade dos produtos em si. Para se oferecer e garantir acesso a atributos que agreguem valor a seus produtos, as organizações precisam dar atenção aos canais pelos quais alcançam seus potenciais clientes e a forma como se relacionam com eles. Isso é fundamental para transmitir de maneira correta quais os atributos que estão oferecendo.
Por outro lado, as empresas devem se estruturar de maneira correta para garantir um fluxo contínuo das atividades e dos recursos necessários para oferecer os seus produtos. Isso garante a padronização dos valores oferecidos por seus produtos sempre no momento que os clientes os buscam, proporcionando sempre satisfação e coerência com a mensagem que a empresa comunica.
Com uma estrutura baseada em valor, fica mais fácil medir a paridade com os concorrentes. No momento que se depara com uma proposta de valor diferente, facilita a criação de estratégias que evoluam os atributos que geram desvantagens e ressaltem os atributos que representam vantagem competitiva. Por outro lado, identificando os recursos e atividades necessários fica mais fácil construir as relações corretas com os colaboradores e parceiros que os fornecem, para garantir seu fluxo no tempo certo.
Além disso, através de uma relação bem estruturada com os clientes e da consciência do valor que eles atribuem aos produtos, fica mais fácil conceber os meios pelos quais vão receber as receitas das vendas. E, também, fica mais fácil mensurar e estruturar os custos dos recursos e atividades. Com isso se agiliza e torna mais precisa a projeção dos resultados a serem gerados pelas dinâmicas da empresa.
Portanto, a mudança de norte pelas empresas de uma busca voraz só por vender mais para a manutenção das ofertas de valor e das relações com os clientes é essencial para a sobrevivência e o progresso. Essa é uma dinâmica que facilita a reinvenção contínua e pode ser melhor acessada através de ferramentas como o business model canvas.

20/08/2017

As Finanças sob Duas Visões

As Finanças sob Duas Visões
Saber até onde o dinheiro vai e como ele sai é fundamental para construir uma empresa eficaz.
A gestão financeira eficaz é norteada por duas visões fundamentais. A primeira nos permite ver até onde o dinheiro vai e a outra em que o dinheiro é empregado. A consciência dessas visões tem o potencial de levar qualquer organização ao sucesso.
Construindo um confronto constante entre as entradas e saídas de recursos, presentes e futuras, podemos ver se as entradas são suficientes para cobrir as saídas, se em algum momento as saídas vão ser antes das entradas e se em algum ponto no futuro os recursos financeiros irão acabar. Isso norteia todas as negociações entre a organização e outras empresas. Com os fornecedores, permite dimensionar e acordar prazos que garantirão que a empresa tenha tempo para gerar recursos suficientes para efetuar os pagamentos na data certa. Do lado dos clientes, permite elaborar uma política comercial que ofereça condições de pagamento aos clientes que os favoreça, mas que não comprometa as disponibilidades de recursos no futuro para cumprir os compromissos. Com uma visão de seus fluxos fica mais fácil também para a empresa fazer ajustes quando necessários, pois saberá se tem espaço em suas entradas para fornecer dilatamentos de prazo aos clientes quando solicitados sem arriscar seus compromissos e poderá solicitar dilatamentos a seus fornecedores quando tiver algum contratempo com segurança de que conseguirá cumprir o novo prazo.
Por outro lado, tendo uma visão detalhada sobre quem está gastando e com o quê, permite saber como os recursos financeiros estão sendo empregados dentro da empresa. Com essas informações, pode ser feito um mapeamento dos hábitos de consumo de cada unidade ou setor, quais os impactos desses gastos nas operações como um todo e o que precisa ser redimensionado. Assim, a gestão financeira puxa ações constantes que levam a atenção a eficiência em todas as áreas da empresa, o que, aliadas a busca pela qualidade, pode gerar um estímulo a criatividade que pode levar a verdadeiras inovações.
Portanto, saber até onde o dinheiro vai e como ele sai pode ser um parâmetro para nortear as estratégias da empresa. Sabendo até onde o dinheiro vai, podemos evitar a ameaça de não podermos cumprir nossos compromissos e aproveitar oportunidades que surgem sabendo os espaços de recursos que temos e fazendo negociações mais eficazes com clientes e fornecedores. Sabendo como os recursos são gastos podemos puxar ações que corrijam limitações da empresa e aplicar melhor os recursos visando potencializar os fatores positivos que se destacam e gerar inovações.

13/08/2017

Experiência e Conhecimento não são Suficientes

Experiência e Conhecimento não são Suficientes
Nem sempre toda a bagagem que obtemos ao longo do tempo é suficiente para prevermos resultados.
Anos e anos de experiências, leituras e estudos moldam em nós uma percepção em relação aos assuntos que buscamos dominar. Essa percepção nos faz ter conclusões instantâneas quando nos deparamos com situações que julgamos nos serem familiares. O que acontece é que muitas vezes cometemos erros graves ou patéticos por confiarmos apenas em nossa percepção.
O conhecimento que obtemos, principalmente o acadêmico, costuma ser padrões que foram identificados por estudiosos em tempos anteriores. Todo padrão é apenas um valor esperado para uma situação que se desenrola através de características similares as de situações que já ocorreram. Mas, o fato de uma situação ter o mesmo padrão de outra, não determina que ela terá o mesmo resultado.
Cada experiência pela qual passamos é diferente das demais. Toda experiência traz novos aprendizados e nos faz conhecer fatores que antes não conhecíamos. Embora cada uma venha com novos fatores, todas têm características em comum que se repetem e cada experiência nova aumenta nosso repertório de características que podem se repetir e que tomamos conhecimento.
Além de nossos repertórios de padrões e das particularidades daquela situação, existem ainda fatores que podemos analisar que podem interferir nos resultados. Esses fatores são relativos ao ambiente onde essa situação se desenrola e as condições que a influenciam. E a maioria dos erros são cometidos porque não damos importância a análise desses fatores.
Portanto, uma boa percepção moldada por nossas experiências e por um vasto conhecimento sobre padrões observados e documentados por outros não é suficiente para reduzir o risco de uma decisão a ser tomada. Uma boa revisão e análise lavando em consideração todos os fatores que podem influenciar os resultados é um bom progresso. No entanto, cada situação tem suas particularidades, o que sempre mantem a possibilidade de risco.

16/07/2017

Fugindo da Imitação

Fugindo da Imitação
Para aumentar suas chances de sucesso, o empreendedor deve fugir da imitação e oferecer soluções que atendam as expectativas dos clientes.
Com o desemprego em alta, muitos têm buscado empreender. A falta de criatividade e a pressa por encontrar uma nova fonte de renda leva muitos a optar por modelos de negócio que já existem e pelos quais outros estão tendo sucesso. No entanto, a maioria não obtêm os resultados que esperam e o motivo, na maioria das vezes, é a falta de diferenciação.
Todo negócio, por mais bem sucedido que seja, possui pontos que precisam ser melhorados e vantagens que podem ser melhor aproveitadas. Mas, para enxergar esses potenciais, deve-se olhar com a perspectiva certa ou até por mais de uma perspectiva. E o ponto focal para esse novo olhar deve ser o problema que o negócio busca solucionar para alcançar seus objetivos.
Independente do ramo, cada negócio é a solução para um problema. Uma lanchonete é a solução para a fome de seus consumidores, um táxi é a solução para o deslocamento de seus passageiros, etc. Mas, mesmo sendo um problema comum a muitos, cada pessoa tem sua perspectiva sobre o problema pelo que está passando e tem sua própria opinião de como gostaria que ele fosse solucionado. E essas opiniões têm partes comuns a todos e partes que se diferenciam. Um modelo de negócio já pronto atende à parte comum dessas opiniões. O que tem o potencial de levar um negócio a se diferenciar é a capacidade de perceber as partes particulares dessas opiniões e encantar os clientes.
Mesmo em um ramo já consolidado, antes de iniciar, é importante refletir sobre as possibilidades de negócios que ele oferece e como eles são feitos. Tudo isso buscando ver as possibilidades por perspectivas diferentes das que já são utilizadas. Sempre buscando solucionar os problemas dos clientes em potencial o mais próximo possível da forma como eles gostariam de ser atendidos. Isso abre um leque de oportunidades que favorecem a inovação e diferenciação dos negócios e rompe o ciclo da simples imitação.

09/07/2017

Se abrindo à Realidade

Se abrindo à Realidade
A falta de retorno pode vir do fechamento aos apelos da realidade.
Muitas organizações reúnem todos os recursos necessários para serem competitivas e vencedoras: tecnologia, bons profissionais, boa estrutura, etc. No entanto, algumas dessas empresas não conseguem alcançar os resultados que esperam.
Há muitas possibilidades que podem gerar a falta de retorno aos esforços dessas empresas. Mas, a principal delas é a perspectiva errada pela qual elas veem seus negócios.
Ás vezes, o produto é muito bom, inovador, de alta qualidade, etc., mas não tem a procura que a empresa esperava. Essa falta de sucesso pode começar no conceito que a empresa tem do mesmo. Na concepção da organização, o produto é bom, mas para quem o consome ele pode não atender às expectativas. O que falta seria a empresa buscar olhar seu produto pelo olhar de seus clientes e fazer ajustes que o tornem interessante.
Pode haver também a surdez. Nesse caso a gestão comercial pode estar tentando empurrar o produto de uma forma que não é validada por nenhum técnico ou especialista. Às vezes, o produto nem é tão bom ou não tem todo potencial que a empresa diz, mas quem o vende quer empurrá-lo de qualquer forma apenas para provar seu ponto de vista.
Portanto, o problema de falta de retorno pode não ser uma crise no mercado, mas uma falta percepção aos detalhes na estratégia da própria empresa. Por isso, para vencer os desafios que surgem, torna-se crucial que as organizações vejam seus produtos como seus clientes os veem e escutem quem realmente entende do mercado e do produto.

02/07/2017

Crescimento Integrado

Crescimento Integrado
O crescimento de uma empresa demanda atenção e desenvolvimento de todas as suas partes.
Hoje, a maioria das organizações trabalha para apagar incêndios no dia a dia. Isso acaba desencadeando uma estagnação em seu desenvolvimento e em luta constante pela sobrevivência. Muito disso se dá por desencontros nos níveis de suas áreas.
Há culturas organizacionais que impõem áreas como subordinadas de outras áreas. Isso cria um ambiente onde uma se sente inferior e de menor importância que a outra. Essas áreas "subordinadas" às vezes se vêem deficientes até em recursos devido a prioridade que é dada às outras.
Muito disso se dá na divisão entre os setores administrativos e setores operacionais. Por incrível que pareça, os setores administrativos que acabam sendo os setores servidores. Equipamentos, recursos humanos e até atenção têm sido limitados aos setores administrativos para priorizar às demandas dos setores operacionais. No exemplo dos recursos humanos, muitas vezes um funcionário do setor administrativo faz sozinho o trabalho de muitos para que no operacional haja muitos fazendo o que poderia ser feito por um.
Não digo que há uma inversão de valores, que um setor deveria ser subordinado ao outro. Contudo, deveria ter um mesmo nível de atenção e prioridade às demandas de todos. Porque, sem gestão a operação não tem controle e não funciona na maneira correta para gerar resultados, e sem operação a gestão não tem porque existir e a empresa não gera resultados.

25/06/2017

A Visão pela Informação

A Visão pela Informação
Para ter uma visão adequada de sua real situação, a empresa não deve negligenciar sua gestão da informação.
A preocupação principal das organizações tem sido vender e obter recursos para cumprir suas obrigações. No entanto, na correria do dia a dia, algumas não param para dar a atenção a um recurso essencial para as suas sobrevivências: a informação.
Produzir, vender, receber e pagar é natural em qualquer organização. Mas, como saber se isso tudo está gerando resultados positivos? Somente com uma gestão adequada da informação.
Algumas empresas até registram suas informações em planilhas. Contudo, esses registros dizem muito poucas coisas, pois não são confrontados uns com os outros e avaliados adequadamente. Sem falar que por esses meios há grande risco de as informações serem perdidas e não poderem ser recuperadas.
Com um sistema de gestão de informações adequado e uma base de dados segura, a empresa poderá se estruturar para ter sempre suas informações atualizadas. Com informações atualizadas e confiáveis a empresa tem condições de avaliar realmente se seus processos estão gerando os resultados que ela espera.
Portanto, uma organização sem informações adequadas é cega. Para ter sempre suas ações alinhadas e quais os resultados que elas estão realmente gerando, a gestão da informação não pode ser negligenciada.

18/06/2017

Refletir para se Proteger e Progredir

Refletir para se Proteger e Progredir
Perder um pouco de tempo pensando em suas práticas antes de lançar mão delas pode garantir segurança e abrir caminho para o progresso.
Hoje, muitas organizações se preocupam muito com as suas práticas. Muitas empresas estão sendo penalizadas por terem lançado mão de ações que muitas outras já faziam, mas que não eram corretas.
Na hora de adotar um processo dentro de uma organização, há muitos meios de se verificar se essa prática realmente é correta. Leis, códigos de ética, pesquisas, são muitas informações disponíveis para orientar a escolha e na implantação. Mas, o principal recurso que define, nesse momento, o que e como fazer é a consciência do gestor sobre o que é certo e o que é conveniente.
Em uma época de crise, em que muito tem que se fazer para se manter em equilíbrio, as organizações utilizam todos os recursos disponíveis para vencer seus desafios. Mas, como temos visto nos noticiários, muitos gestores se utilizam de meios desleais para obter o que precisam.
Mas, se há tanta informação para orientar e com essa caça às bruxas que está ocorrendo contra as organizações com práticas ilícitas, por que não perder um pouco mais de tempo pensando antes de fazer? Um bom planejamento prévio de suas ações pode levar as empresas a desenvolverem melhores práticas que as disponíveis e ainda protegê-las de fazerem coisas das quais se arrependeriam depois.

11/06/2017

Se Preparando para a Realidade

Se Preparando para a Realidade
O diferencial para aproveitar oportunidades e se proteger contra ameaças é a preparação.
Em nossos trabalhos e vidas pessoais despendemos muito tempo vislumbrando oportunidades e ameaças. No entanto, muitas vezes, vemos esse esforço se perdido quando tais situações não se concretizam.
O que acontece é que muito se faz no momento da busca por oportunidades e na prevenção contra ameaças. Mas, às vezes, falta um pouco de esforço para verificar se o potencial das situações ocorrerem é real.
Quando oportunidades são verificadas logo se vislumbra os benefícios que elas vão trazer. E já se começa a fazer planos para não deixar a oportunidade passar e aproveitar seus benefícios. No entanto, após todas as expectativas criadas, a oportunidade não se concretiza e vem a frustração.
Já quando as ameaças surgem no horizonte, logo se faz uma mobilização para se proteger contra elas. Muitos recursos são investidos e outros são poupados para se evitar prejuízos. E, quando a ameaça não acontece, vê-se muito desperdício de recursos e oportunidades reais perdidas no meio do caminho.
Por tanto, a melhor forma de preparação é a verificação se o potencial de a oportunidade se concretizar e a ameaça acontecer é real. Sem a certeza, o que é mais provável acontecer é o desperdício e a frustração.

04/06/2017

O Conforto que torna Vulnerável

O Conforto que torna Vulnerável
O conforto de um ambiente favorável pode levar as organizações a se tornarem vulneráveis.
Os tempos de estabilidade nos levam a ficar confortáveis com nossas situações. Isso nos faz abaixarmos nossas defesas e nos tornar vulneráveis. Na primeira turbulência que nos abate, nós somos devastados.
Como um sopro em um castelo de cartas, assim é o efeito de uma crise em uma instituição vulnerável. Com a conjuntura favorável da última década, as firmas abaixaram suas guardas em busca de ter recursos disponíveis para aproveitar as oportunidades que surgiam. Quando as crises atuais chegaram, empresas poderosas e tradicionais se viram devastadas.
Por isso, se torna claro que focar em ter uma estrutura sólida em vez de se garantir em uma conjuntura favorável é essencial para uma organização se manter viva. É em uma estrutura concisa que se anula a maior parte da vulnerabilidades.

28/05/2017

Obstáculos às Soluções


Obstáculos às Soluções
A rotina em excesso pode se tornar um grande obstáculo para chegarmos a soluções.
Quem nunca se deu conta que era possível chegar a uma solução simples para um problema complexo, mesmo já tendo o resolvido com uma solução complicada?
Os problemas mais difíceis de se resolver geralmente são aqueles que não consideramos que possam acontecer. Acontece que ficamos muito focados em desenvolver nossas atividades do dia a dia e acabamos não percebendo detalhes que depois fazem toda a diferença - a rotina acaba nos colocando travas nos olhos que restringem nossa visão e nos impedem de enxergar o quadro todo.
Geralmente, as soluções são desenvolvidas após serem feitas análises com uma certa dose de calma e sangue frio. Em meio de uma crise isso se complica, porque as pressões nos impedem de chagarmos a esses ingredientes.
Por isso, a melhor forma de se chegar às melhores soluções é vislumbrando um problema antes que ele ocorra. Isso nos traz a calma e o sangue frio para analisar a situação e elimina o fator pressão. E o melhor caminho para chegarmos a esse objetivo é nos livrando das amarras da rotina.

07/05/2017

Antes de Tudo, Defina sua Estrutura

Antes de Tudo Defina sua Estrutura
Sem uma estrutura definida nenhuma organização consegue sobreviver ou se desenvolver.
Assim como uma construção, antes de se começar a erguer uma organização, deve-se definir uma base. Essa base é a estrutura sobre a qual a organização vai ser erguida.
O que deve ser feito, como deve ser feito e quem o fará são as questões fundamentais a serem respondidas quando uma organização vai definir sua estrutura. Sem essa estrutura a empresa pode ficar perdida.
Em uma organização perdida muitas situações podem gerar problemas. Muitas coisas podem estar sendo deixadas de lado ou simplesmente podem não estar sendo feitas. Indivíduos podem estar fazendo coisas em excesso ou podem estar fazendo coisas para as quais não são preparados. Ainda há a possibilidade de as coisas estarem sendo feitas da maneira errada ou sem qualidade.
Por isso, é importante definir uma estrutura. Sem ela uma organização não consegue chegar a lugar nenhum porque fica perdida sem saber para onde ir ou o que fazer. Portanto, antes de qualquer coisa, qualquer empresa deve definir sua estrutura.

30/04/2017

A Oportunidade Certa


A Oportunidade Certa
Nem todas as oportunidades que surgem são as melhores opções.
Muitos garimpam todos os dias opções para investir. Outros recebem quase que por sorte oportunidades irrecusáveis de investimento. Mas, investir não é assim tão simples.
Para investir devemos ter critérios. Vários fatores devem ser analisados antes de decidir qual das opções que surgem é a melhor a ser escolhida.
Nem todas as opções são boas. Hoje ou no curto prazo, elas podem estar gerando resultados que as tornam atrativas, mas, ao longo do tempo, elas podem gerar prejuízos.
Mesmo no momento da avaliação, a oportunidade deve ser vista na prática. Pode ainda haver situações em que, mesmo uma opção de investimento sendo muito bem avaliada, na hora da prática, ela pode não atender às expectativas e ainda gerar prejuízos não previstos.
Portanto, investir não é uma questão tão simples. Todas as possibilidades devem ser visualizadas antes de se tomar uma decisão. Toda cautela é necessária antes de se fazer uma escolha, tanto para pessoas quanto para empresas.

23/04/2017

Se Conhecer para Inovar

Se Conhecer para Inovar
A inovação vem da consciência das potencialidades.
Muito se fala da necessidade de inovar, mas antes de inovar, precisamos de autoconsciência. Saber o que temos nos ajuda nesse processo.
Saber os recursos e capacidades disponíveis nos ajuda a ver tudo aquilo que pode ser feito. Fortalecer e melhorar esse conhecimento de suas capacidades abre o horizonte para a inovação.
Tendo em mãos os recursos e o conhecimento, se abre a possibilidade de se criar novas e melhores formas de solucionar um problema ou atender uma necessidade. Isso é Inovação!