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11/06/2017

Se Preparando para a Realidade

Se Preparando para a Realidade
O diferencial para aproveitar oportunidades e se proteger contra ameaças é a preparação.
Em nossos trabalhos e vidas pessoais despendemos muito tempo vislumbrando oportunidades e ameaças. No entanto, muitas vezes, vemos esse esforço se perdido quando tais situações não se concretizam.
O que acontece é que muito se faz no momento da busca por oportunidades e na prevenção contra ameaças. Mas, às vezes, falta um pouco de esforço para verificar se o potencial das situações ocorrerem é real.
Quando oportunidades são verificadas logo se vislumbra os benefícios que elas vão trazer. E já se começa a fazer planos para não deixar a oportunidade passar e aproveitar seus benefícios. No entanto, após todas as expectativas criadas, a oportunidade não se concretiza e vem a frustração.
Já quando as ameaças surgem no horizonte, logo se faz uma mobilização para se proteger contra elas. Muitos recursos são investidos e outros são poupados para se evitar prejuízos. E, quando a ameaça não acontece, vê-se muito desperdício de recursos e oportunidades reais perdidas no meio do caminho.
Por tanto, a melhor forma de preparação é a verificação se o potencial de a oportunidade se concretizar e a ameaça acontecer é real. Sem a certeza, o que é mais provável acontecer é o desperdício e a frustração.

04/06/2017

O Conforto que torna Vulnerável

O Conforto que torna Vulnerável
O conforto de um ambiente favorável pode levar as organizações a se tornarem vulneráveis.
Os tempos de estabilidade nos levam a ficar confortáveis com nossas situações. Isso nos faz abaixarmos nossas defesas e nos tornar vulneráveis. Na primeira turbulência que nos abate, nós somos devastados.
Como um sopro em um castelo de cartas, assim é o efeito de uma crise em uma instituição vulnerável. Com a conjuntura favorável da última década, as firmas abaixaram suas guardas em busca de ter recursos disponíveis para aproveitar as oportunidades que surgiam. Quando as crises atuais chegaram, empresas poderosas e tradicionais se viram devastadas.
Por isso, se torna claro que focar em ter uma estrutura sólida em vez de se garantir em uma conjuntura favorável é essencial para uma organização se manter viva. É em uma estrutura concisa que se anula a maior parte da vulnerabilidades.

12/03/2017

Mais Mão na Massa

Mais Mão na Massa
Sair da zona de conforto e produzir.
Muito se fala de taxa básica de juros, que ela regula a economia. Mas, o que ela representa na prática?
Essa taxa regula as demais taxas praticadas no mercado. Quanto maior o seu nível, maior as demais taxas e maior a especulação.
Especulação é o que faz muitos investidores deixarem de investir na economia, no estimulo à produção, geração de empregos e consumo, para aplicar seus recursos e receber juros.
Com a redução da taxa básica há 2 efeitos: desestimulo à especulação e redução das demais taxas.
Todo bom investidor não deixa dinheiro parado. Com a perda da força da especulação, o caminho é investir em produção. A redução das demais taxas também facilita a obtenção de financiamentos.
Portanto, na prática, a redução da taxa básica de juros tem o potencial de tirar os investidores de sua zona de conforto nas aplicações e levá-los a por as mãos na massa e mover a economia investindo em produção.

15/01/2017

Um Ciclo difícil de se quebrar

Ciclo Dificil
A retomada da economia dependerá dos investimentos e do consumo.
Muito se fala de retomada da economia. Mas, isso dependerá dos investimentos e do consumo.
Os investimentos das empresas levariam à geração de empregos - o que combateria o fantasma do desemprego acentuado que assola o país. Para isso acontecer depende do aumento do consumo da população.
O consumo foi muito defasado no último biênio - 2015/2016 - devido ao alto desemprego desencadeado pela crise econômica. A chave para esse quadro se reverter seria a geração de empregos, o que levaria às famílias a voltarem a consumir.
Os dois fatores que estão "prendendo" a economia são dependentes entre si - os investimentos dependem do consumo e o mesmo dos investimentos. No estado atual, os dois continuam parados porque nenhum tem condições de crescer.
Para acontecer alguma coisa, o governo deveria fazer algo efetivo para incentivar as duas partes. Mas, como isso aconteceria se o próprio governo não consegue cumprir totalmente seus compromissos?